Hamas dizem ter atacado Telavive com uma barragem de mísseis
Hamas avisa. Libertação de mais reféns só depois de cessar-fogo definitivo
As autoridades de saúde palestinianas dizem que já morreram mais de 15 mil pessoas.
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RTP em Israel. Guerra parece cada vez mais longe do fim
Israel acusa o Hamas de ter rasgado os acordos que estavam a permitir a troca de reféns por palestinianos. O Hamas afirma pelo contrário já só tem na sua posse homens, militares israelitas e civis que combateram com estas forças.
As negociações ficaram num impasse e o seu recomeço parece improvável. O Hamas vangloria-se de ter vergado Israel.
A análise e testemunho dos enviados especiais da RTP, Paulo Jerónimo e José Pinto Dias.
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Dezenas de milhares ocupam a chamada "praça dos reféns" em Telavive
a partir do palco, depois de ter sido libertada há dois dias.
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Em 01 de dezembro, o CPJ estimava o número de mortos em 54 palestinianos, quatro israelitas e três libaneses, de acordo com o balanço publicado no seu `site`, que divulga os nomes, datas e circunstâncias em que os profissionais foram mortos.
O CPJ destaca que 07 de outubro foi o dia mais mortal para os profissionais de comunicação social, com seis mortes, seguido de 18 de novembro, em que morreram cinco jornalistas.
A organização aponta também pelo menos onze jornalistas feridos, três desaparecidos e 19 detidos, bem como "múltiplos ataques, ameaças, ataques cibernéticos, censura e assassínios de familiares".
A comissão refere que continua a investigar informações não confirmadas sobre outros jornalistas que foram assassinados, desaparecidos, abandonados, feridos ou ameaçados.
"O CPJ salienta que os jornalistas são civis que realizam trabalhos importantes em tempos de crise e não devem ser alvo das partes em conflito", disse o coordenador do Programa do CPJ para o Médio Oriente, Sherif Mansur, citado no `site`.
"Os jornalistas de toda a região estão a fazer grandes sacrifícios para cobrir este conflito angustiante. Aqueles em Gaza, em particular, pagaram, e continuam a pagar, um preço sem precedentes e enfrentam ameaças exponenciais", observou Mansur.
O CPJ recorda que o Exército israelita reconheceu às agências Reuters e France-Presse que não pode garantir a segurança dos seus jornalistas que operam na Faixa de Gaza.
Os jornalistas na Faixa de Gaza, sublinha o comité, "enfrentam riscos particularmente elevados ao tentarem cobrir o conflito durante o ataque terrestre israelita, incluindo ataques aéreos israelitas devastadores, comunicações interrompidas, escassez de abastecimento e grandes cortes de energia".
?A guerra começou em 07 de outubro, após um ataque do braço armado do movimento islamita palestiniano Hamas, incluindo o lançamento de milhares de `rockets` para Israel e a infiltração de cerca de 3.000 combatentes que massacraram mais de 1.200 pessoas, na maioria civis, e sequestraram outras 240 em aldeias israelitas próximas da Faixa de Gaza.
Em retliação, as Forças de Defesa de Israel dirigiram uma implacável ofensiva por ar, terra e mar àquele enclave palestiniano, fazendo mais de 15.000 mortos, deixando cerca de 6.000 pessoas sepultadas sob os escombros e 1,7 milhões de deslocados, que enfrentam uma grave crise humanitária, perante o colapso de hospitais e a ausência de abrigo, água potável, alimentos, medicamentos e eletricidade.
As partes cessaram as hostilidades durante uma semana no âmbito de uma trégua mediada por Qatar, Egito e Estados Unidos, mas os confrontos regressaram na sexta-feira após falta de entendimento para prorrogar o acordo.
Durante a pausa nos combates, 105 reféns do Hamas foram libertados na Faixa de Gaza, incluindo 81 israelitas e 24 estrangeiros, enquanto Israel entregou 240 prisioneiros palestinianos, todos mulheres e menores, e foi permitida a entrada de ajuda humanitária no território.
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"Devido a um impasse nas negociações, e seguindo instruções do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, o chefe da Mossad, David Barnea, ordenou que a equipa de negociação em Doha regressasse a casa", refere um comunicado do gabinete do chefe do governo, emitido em nome da agência de inteligência.
"A organização terrorista Hamas não cumpriu a sua parte do acordo, que incluía a libertação de todas as crianças e mulheres, com base numa lista entregue e aprovada pelo Hamas", pode ler-se ainda na mesma nota.
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"Durante o último dia, as Forças de Defesa de Israel atacaram mais de 400 alvos terroristas em toda a Faixa de Gaza", com artilharia e bombardeamentos, afirmou um porta-voz do exército israelita.
Um dos alvos era "uma célula terrorista que fazia emboscadas às tropas israelitas", assim como "uma mesquita utilizada pela Jihad Islâmica como centro de comando operacional" e ainda um complexo de armazenamento de armas, acrescentou.
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De acordo com o chefe da polícia da cidade, tratou-se de "um ato extremo de protesto político".
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Ponto de situação
- A trégua entre Israel e o movimento islamita palestiniano Hamas expirou na manhã de sexta-feira, tendo os combates recomeçado na Faixa de Gaza de imediato. na altura, o exército israelita acusou o Hamas de ter quebrado o cessar-fogo e anunciou a retoma da ofensiva, minutos depois de ter terminado a trégua temporária estabelecida a 24 de novembro;
- Este sábado, o Hamas indicou que 240 pessoas morreram na Faixa de Gaza desde o fim da trégua e que outras 650 pessoas ficaram feridas na sequência de "centenas de ataques aéreos, de artilharia e bombardeamentos navais";
- Na sexta-feira à noite, a milícia Jihad Islâmica Palestiniana (JIP) reivindicou várias séries de ‘rockets’ lançadas sobre o centro e o sul do território israelita, onde as sirenes antiaéreas continuavam a soar à noite, intercaladas com fortes estrondos;
- O Egito garante que mantém "contactos urgentes" com Israel e com o grupo islamita Hamas, em coordenação com o Qatar, para restabelecer a trégua humanitária.